- Postagem sugerida pela Colorida Verah Brito -
A "ativa" seria aquela lésbica que assume uma postura dita mais "masculina" durante o sexo, tocando e dando prazer à parceira, e muitas vezes não se deixando ser tocada. Ou, numa linguagem mais "popular", ativas são as que "comem". As passivas seriam aquelas que são tocadas pela parceira, assumindo uma postura dita "feminina", ou seja, são as que "dão". E as relativas (ou flexíveis) são as que assumem os dois papéis, ou que na verdade não vêem diferenciação entre os dois, permitindo-se tocar e serem tocadas sem maiores problemas.
Mas por que existem estas denominações? Simplesmente porque as pessoas têm desejos e necessidades diferentes na hora do sexo, se sentindo à vontade em algum papel específico ou na não-definição. E isso pode variar até para uma mesma pessoa, em momentos diferentes da vida, nas relações e mesmo dentro de uma mesma relação. Umas vezes queremos uma coisa, outras vezes outra, e isso é natural e saudável.
Fonte: A Capa Uol
Na minha opinião as relativas, são as mais confortáveis, pois podem se relacionar tanto com ativas como com passivas. Mas não conheço muitas flexíveis que conseguiram relacionar-se muito tempo com mulheres estritamente ativas ou passivas. Chega uma hora em que elas sentem falta de variar a postura, e então podem começar os conflitos. Para superá-los é preciso flexibilidade, entrega e muito amor das duas partes. No relacionamento entre duas mulheres, a preocupação maior é em dar prazer uma para a outra. Acontece muita coisa além do meter ou dar em uma relação.O ideal seria pararmos com esse comportamento hétero tipo sou masculina tenho que comer, sou feminina tenho que dar ... Na hora do sexo quem vai saber o que vai acontecer é só vc e sua parceira.
Adaptação: Leninha Braga

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