No Brasil, o Ministério Público Federal investiga indícios de processo similar em pelo menos seis centros.
Em 2016, autoridades fecharam 30 clínicas que tratavam ilegalmente de gays, lésbicas e trans. Os relatos eram chocantes. Torturas e abusos de toda ordem. Uma das práticas usadas em mulheres lésbicas era o estupro corretivo. Funcionários desses centros cristãos violentavam internas para que pudessem sentir o “verdadeiro e genuíno prazer sexual de uma prática abençoada por Deus”.
igrejas cristãs nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Sergipe estão sendo investigadas. Num dos relatos, um jovem de 21 anos, atleta e jogador de futebol, foi sequestrado por enfermeiros em Belo Horizonte enquanto dormia em sua casa. Ele foi levado a uma clínica de reabilitação de drogas a pedido da mãe evangélica. Ficou dois meses internado.
Para voltar a acender a fogueira da inquisição similar à do Equador, basta riscar o fósforo. O juiz do DF tirou o palito da caixa."
Fonte: Página Sapatão

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