- Olindo Santana -
Ela mora em mim e em outro lugar,
tão presente na ausência,
tanta dor me doendo,
quase chego a sangrar.
Não provei sua boca divina,
não senti sua pele gemendo,
não ouvi os seus gritos atrevidos,
mesmo assim me arrepio,
quando chego a pensar.
Talvez ela seja o meu paraíso,
liberdade em minha alma,
que eu tanto preciso,
mas será que ela sabe?
Ela me compreende?
Os meus versos são triste
e duvido que possam sorrir.
Ela está tão distante,
e apesar de tão longe,
mora dentro de mim.
Se ao menos soubesse,
se ao menos quisesse,
se também desejasse e me amasse assim,
sossegava minha alma esperando por ela,
e dor da espera não seria ruim!

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