SMello
Tu és, e sempre será
A poesia tatuada em
Meu corpo
O poema que escorre
Em minhas curvas
Aldravia de outono todo
Dia
Dos meus olhos banham me
As lágrimas
Dos meus dedos brotam
Os versos
Da minha mente nascem
As lembranças
Da tua voz, o canto da sefóra
Do desprezo a angústia que
Me comove
De dias tristes nublados
Mesmo que estejam ensolarados
Chora a brisa e as estrelas
Já me confunde a escuridão
As discrepâncias do coração
Agruras na rima desse virtual
Muda. a sanfona no meu recital
O som é surdo, aqui no meu
Ouvido...
Mas a dor que aperta...
Essa sim, no meu mundo
Esquecido, é real...
A poesia tatuada em
Meu corpo
O poema que escorre
Em minhas curvas
Aldravia de outono todo
Dia
Dos meus olhos banham me
As lágrimas
Dos meus dedos brotam
Os versos
Da minha mente nascem
As lembranças
Da tua voz, o canto da sefóra
Do desprezo a angústia que
Me comove
De dias tristes nublados
Mesmo que estejam ensolarados
Chora a brisa e as estrelas
Já me confunde a escuridão
As discrepâncias do coração
Agruras na rima desse virtual
Muda. a sanfona no meu recital
O som é surdo, aqui no meu
Ouvido...
Mas a dor que aperta...
Essa sim, no meu mundo
Esquecido, é real...

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Muito obrigada pela visita e por seu comentário. Volta sempre que possível.