- Rainha Cristina -
A rainha Cristina I da Suécia nasceu a 18 de Dezembro de 1626 e faleceu a 19 de Abril de 1689. Foi rainha da Suécia grã duquesa da Finlândia e duquesa da Íngria, Estónia, Livónia e Carélia. Era a única filha legitima do rei Gustavo Adolfo da Suécia e da sua esposa, a princesa Maria Leonor de Brandemburgo. Sucedeu ao pai no trono da Suécia aos seis anos de idade, depois de este ser morto na Batalha de Lützen.
Sendo filha de um protetcor do Protestantismo durante a Guerra dos Trinta Anos, causou um escândalo quando abdicou do trono e se converteu ao Catolicismo em 1654. Cristina, nascida em Estocolmo, dotada de grande inteligência e cultura, foi uma das figuras mais influentes na política europeia do século XVII. Assumiu o poder após a regência de um conselho chefiado pelo estadista Axel Oxenstierna. A 15 de Março de 1633, Cristina tornou-se rainha aos seis anos de idade, recebendo a alcunha de "Menina Rei". Cristina foi educada como uma criança do estado. O teólogo Johannes Matthiae Gothus foi o seu tutor, dando-lhe lições sobre religião, filosofia, grego e latim. O chanceler Oxenstierna ensinou-lhe política e discutia Tácito com ela. Cristina parecia gostar de estudar dez horas por dia. Além de sueco, aprendeu alemão, dinamarquês, francês e italiano e o seu talento para aprender línguas era considerado único. Oxenstierna escreveu com orgulho sobre a adolescente de catorze anos, dizendo que "ela não é nada parecida com uma mulher" e que, pelo contrário, tinha "uma inteligência brilhante". A partir de 1638, Oxenstierna empregou uma trupe de ballet francesa dirigida por Antoine de Beaulieu para ensinar Cristina a mover-se mais graciosamente.
Sendo filha de um protetcor do Protestantismo durante a Guerra dos Trinta Anos, causou um escândalo quando abdicou do trono e se converteu ao Catolicismo em 1654. Cristina, nascida em Estocolmo, dotada de grande inteligência e cultura, foi uma das figuras mais influentes na política europeia do século XVII. Assumiu o poder após a regência de um conselho chefiado pelo estadista Axel Oxenstierna. A 15 de Março de 1633, Cristina tornou-se rainha aos seis anos de idade, recebendo a alcunha de "Menina Rei". Cristina foi educada como uma criança do estado. O teólogo Johannes Matthiae Gothus foi o seu tutor, dando-lhe lições sobre religião, filosofia, grego e latim. O chanceler Oxenstierna ensinou-lhe política e discutia Tácito com ela. Cristina parecia gostar de estudar dez horas por dia. Além de sueco, aprendeu alemão, dinamarquês, francês e italiano e o seu talento para aprender línguas era considerado único. Oxenstierna escreveu com orgulho sobre a adolescente de catorze anos, dizendo que "ela não é nada parecida com uma mulher" e que, pelo contrário, tinha "uma inteligência brilhante". A partir de 1638, Oxenstierna empregou uma trupe de ballet francesa dirigida por Antoine de Beaulieu para ensinar Cristina a mover-se mais graciosamente.
A sua conversão ao catolicismo (1654) e a recusa em contrair matrimónio motivaram a sua abdicação em favor do primo Carlos Gustavo, que subiu ao trono como Carlos X. Depois de abandonar a Suécia, transferiu-se para os Países Baixos e foi recebida em Roma pelo papa Alexandre VII. O amor à cultura levou-a a cercar-se dos artistas e sábios mais famosos de sua época, como René Descartes. Passou os últimos anos de vida em Roma, onde fundou a Academia dell'Arcadia, dedicada à filosofia e à literatura. Patrocinou vários artistas, como o compositor Alessandro Scarlatti e o escultor e arquiteto Bernini, e reuniu uma vasta colecção de livros e manuscritos, que seriam conservados pela Biblioteca do Vaticano.
Fonte: Estórias da História


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